[ Potterweek ] A história da Varinha das Varinhas

[ ⚡ É Wingardium LeviOsa, não LevioSA!!! ⚡] 
  Quando você escuta essa frase não tem como não se esquecer da Hermione ensinando o feitiço ao Rony, então fiz a fotinho temática pra mais uma matéria do Potterweek! Vamos conferir algumas informações sobre a Varinha das Varinhas.


 Era uma vez três irmãos que viajavam por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer. Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para vadear e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, porém, eram versados em magia, então simplesmente agitaram as mãos e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Já estavam na metade da travessia quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado.  A Morte falou. Estava zangada por terem lhe roubado três vítimas, porquê o normal era que os viajantes se afogassem no rio. Mas a Morte foi astuta. Fingiu cumprimentar os três irmãos por sua magia e disse que cada um ganhara um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar. 
 O irmão mais velho, homem combativo, pediu a varinha mais poderosa que existisse: uma varinha que sempre vencesse os duelos para seu dono, uma varinha digna de um bruxo que derrotara a Morte!  Ela atravessou a ponte, dirigiu-se a um vetusto sabugueiro na margem do rio e fabricou uma varinha a partir de um galho da árvore, entregando-a ao irmão mais velho. 
 O segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara.  Então, a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos. 
 Peguntou-se ao terceiro e mais moço dos irmãos o que queria. Ele era o mais humilde e também o mais sábio dos irmãos e não confiou na Morte. Pediu, então, algo que o permitisse sair daquele lugar sem ser seguido por ela.  E a Morte, de má vontade, lhe entregou a própria Capa da Invisibilidade.Então, a Morte se afastou para um lado e deixou os três irmãos continuarem a viagem, que comentaram, assombrados, a aventura que haviam vivido e admirando os presentes recém obtidos. No devido tempo, os irmãos se separaram, cada um tomou um destino diferente. 
 O primogênito viajou uma semana ou mais e, ao chegar a uma aldeia distante, procurou um colega bruxo com quem tivera uma briga. Armado com a varinha de sabugueiro, a Varinha das Varinhas, não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em altas vozes, da poderosa varinha que arrebatara da própria Morte, e que a arma o tornava invencível. Na mesma noite, outro bruxo aproximou-se sorrateiramente do irmão mais velho enquanto dormia em sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para se garantir, cortou a garganta do irmão mais velho. Assim, a Morte levou o primeiro irmão.
 Entrementes, o segundo irmão viajou para a própria casa, onde vivia sozinho. Ali, tomou a pedra que tinha o poder de ressuscitar os mortos e girou-a três vezes na mão. Para sua surpresa e alegria, a figura de uma moça que tivera a esperança de desposar antes de sua morte precoce surgiu instantaneamente diante dele. Contudo, ela estava triste e fria, como que separada dele por um véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, seu lugar não era mais ali e ela sofria. Diante disso, o segundo irmão, enlouquecido pelo desesperado desejo, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela. Assim, a Morte levou o segundo irmão.  
 Ainda que a Morte tivesse procurado pelo terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada foi que o irmão mais moço despiu a Capa da Invisibilidade e deu-a de presente ao filho. Acolheu, então, a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado. Iguais, partiram desta vida.

  Este é o tão famoso Conto dos Três Irmãos, segundo Beedle, o Bardos, as Relíquias da Morte teriam sido um presente da Morte para três irmãos bruxos, por sua perícia em magia. 


A HISTÓRIA
   Antíoco Peverell era um bruxo combativo e com grande desejo de ser tornar um o melhor duelista. Em razão disso, ele foi o primeiro dono da Varinha das Varinhas, uma das Relíquias da Morte. Ao se separar dos irmãos, Antíoco saiu mundo afora para provar o poder de sua perfeita relíquia. Depois de uma semana ou mais de viagem ele chegara a uma aldeia distante, e logo procurou um colega bruxo para fazer um acerto de contas. O duelo não poderia ter sido mais previsível: o inimigo caí­ra morto. Saindo do acontecido, Antíoco se dirigiu á uma estalagem. Ele já estava tão cheio de si que não poupava elogios em altas vozes sobre a sua arma invencível. A varinha de madeira de sabugueiro lhe garantiu certos momentos de glória, mas ao fim acabou morto pela cobiça dos que viam sua prepotência ao exibir a "Varinha da Morte". 
 CARACTERÍSTICAS
  A Varinha das Varinhas, é feita de madeira de sabugueiro. Possui comprimento de 38,1 cm de comprimento e um núcleo de pelo da cauda de testrálio, os últimos donos conhecidos da Varinha das Varinhas foram: Gerardo Grindenwald, Alvo Dumbledore, Draco Malfoy e Harry Potter.
NO FILME
 Ao raiar do novo dia, no final da segunda guerra bruxa Harry conseguiu recuperar a varinha de Voldemort e pasmem ele a quebrou!  Isso mesmo! Para que ninguém possa usá-la novamente para o mal. 
NO LIVRO
  Ela é devolvida ao Dumbledore na sala do diretor que repousava ainda em um dos quadros após a tua morte.
  Eu fico encantada toda vez que leio o conto e como minha matéria era sobre a Varinha vim fazer questão de trazer todos os detalhes, essa minha ganhei de presente do namorado quando voltou de Manaus, não é linda?
  Confiram as outras matérias que a Luciana do VENTOS DE MAIO e a Luh do MEMORIALICES preparou para o Potterweek com o dia tema de varinhas!

Um comentário :

  1. Que post completinho, moça. Estou doida para ver a Varinha das Varinhas no cinema em novembro!
    Achei um absurdo terem quebrado ela no último de HP. Fez muito mais sentido ela ter sido devolvida ao Dumbledore, tão mais simbólico! :p

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